quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Vicent Van Gogh


Começou a atuar profissionalmente ainda jovem, por volta dos 15 anos de idade. Trabalhou para um comerciante de arte da cidade de Haia. Com quase vinte anos, foi morar em Londres e depois em Paris, graças ao reconhecimento que teve. Porém, o interesse pelos assuntos religiosos acabou desviando sua atenção e resolveu estudar Teologia, na cidade de Amsterdã. Mesmo sem terminar o curso, passou a atuar como pastor na Bélgica, por apenas seis meses. Impressionado com a vida e o trabalho dos pobres mineiros da cidade, elaborou vários desenhos à lápis.

Resolveu retornar para a cidade de Haia, em 1880, e passou a dedicar um tempo maior à pintura. Após receber uma significativa influência da Escola de Haia, começou a elaborar uma série de trabalhos, utilizando técnicas de jogos de luzes. Neste período, suas telas retratavam a vida cotidiana dos camponeses e os trabalhadores na zona rural da Holanda.

O ano de 1886, foi de extrema importância em sua carreira. Foi morar em Paris, com seu irmão. Conheceu, na nova cidade, importantes pintores da época como, por exemplo, Emile Bernard, Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, representantes do impressionismo. Recebeu uma grande influência destes mestres do impressionismo, como podemos perceber em várias de suas telas

Dois anos após ter chegado à França, parte para a cidade de Arles, ao sul do país. Uma região rica em paisagens rurais, com um cenário bucólico. Foi neste contexto que pintou várias obras com girassóis. Em Arles, fez único quadro que conseguiu vender durante toda sua vida : A Vinha Encarnada.

Convidou Gauguin para morar com ele no sul da França. Este foi o único que aceitou sua idéia de fundar um centro artístico naquela região. No início, a relação entre os dois era tranqüila, porém com o tempo, os desentendimentos foram aumentando e, quando Gauguin retornou para Paris, Vincent entrou em depressão. Em várias ocasiões teve ataques de violência e seu comportamento ficou muito agressivo. Foi neste período que chegou a cortar sua orelha.

Seu estado psicológico chegou a refletir em suas obras. Deixou a técnica do pontilhado e passou a pintar com rápidas e pequenas pinceladas. No ano de 1889, sua doença ficou mais grave e teve que ser internado numa clínica psiquiátrica. Nesta clínica, dentro de um mosteiro, havia um belo jardim que passou a ser sua fonte de inspiração. As pinceladas foram deixadas de lado e as curvas em espiral começaram a aparecer em suas telas

No mês de maio, deixou a clínica e voltou a morar em Paris, próximo de seu irmão e do doutor Paul Gachet, que iria lhe tratar. Este doutor foi retratado num de seus trabalhos: Retrato do Doutor Gachet. Porém a situação depressiva não regrediu. No dia 27 de julho de 1890, atirou em seu próprio peito. Foi levado para um hospital, mas não resistiu, morrendo três dias depois

Theo van Gogh

(Groot-Zundert, 1 de maio de 1857 — 25 de janeiro de 1891) foi um negociante de arte dos Países Baixos, irmão mais novo do pintor Vincent van Gogh (1853-1890).

O apoio financeiro dado por Theo a seu irmão a partir de 1880 lhe permitiu dedicar-se exclusivamente à pintura.

Theo é uma abreviatura de Theodore ou Theodorus, o nome é recorrente na família van Gogh, podendo se referir:

  • ao pai de Vincent e Theo
  • ao negociante de arte Theo van Gogh, tema deste artigo
  • ao diretor de cinema Theo van Gogh, bisneto do irmão de Vincent

Obras de Van Gogh

- Os comedores de batatas (1885)


- A italiana
- A vinha encarnada


- A casa amarela (1888)


-Girassois

- Noite estrelada


Conclusão

Van Gogh foi um grande artista de sua epoca mas naquele tempo ele não foi consedirado como tal ele não conseguia vender seus quadros o seu irmão os comprava para ele e revendia.

Ele começou jovem na sua carreira de artista aos 15 anos ele começou mas ele era muito religioso e por causa disse ele atrasou o seu trabalho estudando teologia por um tempo enquanto estava em paris.

Ele tinha depressão e ele cortou sua orelha por causa disso e na outra vez ele se matou com um tiro no peito, quando ele escutou seu irmão conversando com a mulher dele falando que não iria mais comprar seus quadros.



http://www.youtube.com/watch?v=O5tKG39G6Qk
http://www.rainhadapaz.g12.br/projetos/artes/imagens/im_vangogh/CASAVAN.jpg
http://www.suapesquisa.com/vangogh3/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Theo_van_Gogh_(marchand)
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj02EPbtdy3wqPeeB0BgJf8E8gvRwHr-xyBs_3ySeRA21ZOEITDb8CB1zHBXh8Pd-zAEzOGLmbOImnWIq8FzGCQ-mi96h4AiGL70sc1W6JxZaSOHgsM3Wr0-NLrXlhoz33vaBeFAIPL3mqL/s400/800px-Vincent_Van_Gogh+The_Potato_Eaters.png
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http://cronicadeumamorlouco.files.wordpress.com/2009/04/noite_estrelada_vg.jpg

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CELULAS

A célula representa a menor porção de matéria viva. São as unidades estruturais e funcionais dos organismos vivos. A nível estrutural podem ser comparadas aos tijolos de uma casa, a nível funcional podem ser comparadas aos aparelhos e electrodomésticos que tornam uma casa habitável. Cada tijolo ou aparelho seria como uma célula. Alguns organismos, tais como as bactérias, são unicelulares (consistem em uma única célula). Outros organismos, tais como os seres humanos, são pluricelulares.

O corpo humano é constituído por 10 trilhões de células mais 90 trilhões de células de microrganismos que vivem em simbiose com o nosso organismo; um tamanho de célula típico é o de 10 µm; uma massa típica da célula é 1 nanograma.

Em 1837, antes de a teoria final da célula estar desenvolvida, um cientista tcheco de nome Jan Evangelista Purkyňe observou "pequenos grãos" ao olhar um tecido vegetal através de um microscópio.

A teoria da célula, desenvolvida primeiramente em 1839 por Matthias Jakob Schleiden e por Theodor Schwann, indica que todos os organismos são compostos de uma ou mais células. Todas as células vêm de células preexistentes. As funções vitais de um organismo ocorrem dentro das células, e todas elas contêm informação genética necessária para funções de regulamento da célula, e para transmitir a informação para a geração seguinte de células.

A palavra "célula" vem do latim: cellula (quarto pequeno). O nome descrito para a menor estrutura viva foi escolhido por Robert Hooke. Em um livro que publicou em 1665, ele comparou as células da cortiça com os pequenos quartos onde os monges viviam

Existe 5 tipos de celulas :

  • Células Procariontes (A sua principal característica é a ausência da membrana carioteca individualizando o núcleo celular, pela ausência de alguns organelos e pelo pequeno tamanho)
  • 2.1.1 Células incompletas(sendo denominadas células incompletas por não apresentarem capacidade de auto-duplicação independente da colaboração de outras células)
  • 2.2 Células Eucariontes( Possuem membrana nuclear individualizada e vários tipos de organelas. A maioria dos animais e plantas a que estamos habituados são dotados deste tipo de células.)
  • Células Vegetais (com cloroplastos e com parede celular; normalmente, apenas, um grande vacúolo central)
  • Células Animais (sem cloroplastos e sem parede celular; vários pequenos vacúolos)


Conclusão:
A célula representa a menor porção de matéria viva. São as unidades estruturais e funcionais dos organismos vivos sem celulas nenhum ser viveria elas são o esencial para um ser, os seres precisam de celulas para fazer as atividades vitais dentro deles.
São divididas em 4 grupos + 1 que é imcompleto são eles celula vegetal, celula animal . eucariontes, procariontes e uma que se chama imcompleta
O nome celula vem do latim cellula


http://143.107.180.237/cbme/var/news_site/storage/images/imagens/biologia__1/citologia__1/celulas/5630-1-por-BR/celulas_imagelarge.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula#Principais_componentes_das_c.C3.A9lulas
http://www.youtube.com/watch?v=gMfktv_L8z8

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

LASAR SEGALL

Emigrantes

1934, bronze, 35,5 x 45 x 35,5 cm

Coleção Museu Lagar Segall – IPHAN/MinC, São Paulo

Esta escultura é fundamentalmente uma tradução, para o universo das três dimensões, dos valores assumidos pela pintura segalliana do estágio francês. Porém, o título original – Emigrantes – a retira de seus vínculos puramente formais, transportando-a à condição de símbolo de uma situação social determinada – a emigração – em que seres humanos são mercadejados, à mercê do acaso e das injustiças.

Para Geraldo Ferraz, a “posição das figuras é de grande recolhimento. Um frio de desolação encolheu nas dobras sem detalhes do bronze as mãos dos quatro emigrantes. E as cabeças perscrutam os horizontes para todos os lados. [...] A figura central serena com a fronte bem erguida não tem desesperança nem esperança nos olhos vastos. mas toda a solidariedade nessa ilhota humana se dirige para a compreensão de seus semelhantes, afirmando o seu direito à vida” (1935)

No mercado em Campos do Jordão

1941, óleo com areia sobre tela, 55 x 47 cm. Coleção Fundação Ema Klabin, São Paulo.

Se nos anos de 1920 as pinturas de Segall dialogavam com as de Tarsila e Di Cavalcanti, certas obras dos anos 1940, envoltas numa fatura menos imediata, de tons surdos, dialogavam com os trabalhadores de Portinari e várias obras de artistas engajados na retratação do “Brasil profundo”.

No mercado em Campos do Jordão é um dos exemplos desse viés. Percebe-se nele a forma ovóide, notada em Pogrom, envolvendo a cena, realçando a centralidade das figuras, enfatizando seu talhe sintético (apenas contrastado pelos pés das figuras, imensos, “portinarescos”).

O sentido “social”, objetivo da obra, perde a estridência de engajamento explícito, sobretudo por suas dimensões modestas, o que possibilita um problema social a ser denunciado, mas como uma questão plástica. Isto diminui a retórica ali contida, evidenciando a qualidade do resultado plástico. Notáveis são as áreas “desfocadas” das bordas da cena, ligadas à área central pela ênfase que Segall dá às pinturas celadas, realçando o próprio ato de pintar.